As empresas tem 30 dias para inserirem o número cadastrado em seu banco de dados, consultando-os no site do Procon mediante cadastro e não mais utilizarem este meio para a venda de seus serviços ou produtos. Mas lembre-se que as empresas filantrópicas continuam podendo utilizar do telemarketing, além da empresas autorizadas por escrito. A lei também deve ser respeitada por empresas de outros Estados. Caso a empresa desrespeite este direito, ela pode ser denunciada no Procon-SP através do mesmo site.
31 de março de 2009
Não Pertube!
As empresas tem 30 dias para inserirem o número cadastrado em seu banco de dados, consultando-os no site do Procon mediante cadastro e não mais utilizarem este meio para a venda de seus serviços ou produtos. Mas lembre-se que as empresas filantrópicas continuam podendo utilizar do telemarketing, além da empresas autorizadas por escrito. A lei também deve ser respeitada por empresas de outros Estados. Caso a empresa desrespeite este direito, ela pode ser denunciada no Procon-SP através do mesmo site.
8 de março de 2009
Migalhas de Charles Chaplin
26 de fevereiro de 2009
"Navio de Emigrantes" de Lasar Segall

Nessa tela a cor marrom é predominante, uma cor que transmite tristeza e sofrimento. Vemos crianças e adultos doentes, cansados e tristes que enfatizam esses sentimentos. Destaco a mulher com seu filho, no canto esquerdo inferior da tela, provavelmente viúva.
A tela nos dá uma perspectiva de um mar sem fim, como se o local de destino estivesse muito distante. Apesar das condições precárias de viagem, eis que há um jovem que toca o seu violão para passar o tempo.
Essa obra é grandiosa em tamanho e em sentimento, pois retrata como muitos fugiram de uma Europa em plena guerra e sem saber ao certo o que encontrariam no fim dessa viagem. Em seus rostos, o sofrimento de deixar para trás uma vida inacabada e tentar recomeçá-la novamente em outro lugar.
Sobre o autor
Lasar Segall nasceu em 1891 em Vilna, atual capital da Lituânia numa família de judeus. Em 1906, ele foi para Berlim estudar na Academia de Belas Artes, mas quatro anos depois, ele foi morar em Desden, centro da vanguarda do expressionismo.
Em 1913, ele veio a São Paulo e Campinas expor suas obras de arte. Estas exposições são consideradas as primeiras exposições de arte moderna no Brasil.
Em 1923, ele se mudou para São Paulo, se naturalizando brasileiro quatro anos depois. Fundou com Mário de Andrade e Tarsila do Amaral a Sociedade Pró Arte Moderna.
Ele morreu em 1957 em sua casa em São Paulo, que hoje é o Museu Lasar Segall na Vila Mariana (Rua Berta, 111).
A denúncia da fome, da miséria e da injustiça social está presente na maior parte de suas obras: pintura, escultura, gravura e desenho.
23 de fevereiro de 2009
Penélope Cruz e o Oscar 2009
Ela já merecia ter recebido no ano passado por "Volver" de Pedro Almodóvar, representando Raimunda, filha de uma mulher supostamente morta, mas que volta para se reconciliar com a filha. Em "Vicky, Cristina, Barcelona", ela é Maria Elena, ex-mulher de Juan Antonio (Javier Bardem), pintor que se envolve com Cristina (Scarlett Johansson) e Vicky (Rebecca Hall).
Penélope Cruz mesmo com um papel coadjuvante neste filme, aparecendo somente a partir do meio do filme, toma conta da história com uma personagem desvairada e neurótica, mas sincera.
Já era a hora da valorização desse talento e beleza hispânica.
16 de fevereiro de 2009
A Criptonita vence mais uma vez...
6 de fevereiro de 2009
1 de fevereiro de 2009
Cálculo Eleitoral
A resposta é simples: isto está relacionado com o cálculo eleitoral (quociente eleitoral e quociente partidário), mas a explicação é mais complicada...
Primeiramente, entendamos o que são estes quocientes. O quociente eleitoral é o reultado da divisão da quantidade de votos válidos (votos efetivos, com exceção dos votos brancos e nulos) pela quantidade de vagas na Câmara. O quociente partidário é o resultado da divisão entre os votos que cada partido ou coligação recebeu e o quociente eleitoral.
Em São Bernardo do Campo (SP), o quociente eleitoral nas eleições de 2008 foi 19904 (409375 votos válidos por 21 cadeiras). Para que o partido ou a coligação partidária elegesse um vereador é necessário que ele tivesse recebido, no mínimo, 19904 votos (nominais ou de legenda). Nesse caso, o candidato mais votado do partido ou da coligação estaria eleito. Se o partido ou coligação recebesse o doblo ou o triplo do quociente eleitoral teria direito a duas ou três cadeiras, respectivamente.
Por vezes, nem todas as cadeiras da Câmara são preenchidas, por isso se faz um novo cáculo. Dividi-se a quantidade de votos recebidos pelo partido ou coligação pelo número de cadeiras adquiridas e soma-se um; o partido ou a coligação que obtiver o maior valor tem o direito a vaga restante. Esse cálculo é repetido até que todas as cadeiras sejam preenchidas.
É um cálculo complicado, mas justo. Ele evita a hegemonia de um ou dois partidos mais expressivos na Câmara dos Vereadores. Injusto sim, é a falta de uma plataforma ideológica e a incoerência dos partidos políticos, pois poucos declaram claramente os seus interesses e objetivos e quando o fazem, não agem com coerência. Mais desolador, é reconhecer que poucos partidos possuem uma plataforma partidária clara e fundamentada, forçando o eleitor a votar em candidatos simplesmente famosos e carismáticos.
Plataforma eleitoral deve marchar ao lado da plataforma partidária e não onde lhe pareça mais conveniente, sujeitando-se a contrariar a sua própria história.
31 de janeiro de 2009
“Ventos da Liberdade” de Ken Loach
Faz algum tempo que assisti a esse filme, mas ainda vale comentá-lo...Mais um filme político de Ken Loach, não no sentido excessivo da temática, mas no sentido das perspectivas sobre o tema. Nesse filme ele nos mostra a luta pela independência da Irlanda sob domínio dos ingleses, focando jovens integrantes do Grupo Revolucionário Irlandês (IRA) nos últimos anos da década de 1910. Um filme que consegue equilibrar os sentimentos e os pensamentos, o emocional e a razão das personagens, sobretudo de dois irmãos que discutem sobre a luta pela independência e pela liberdade.
Saí do filme fazendo-me algumas perguntas. Qual o limite entre uma convicção racional e tolerante e uma convicção submissa e intransigente? Como um processo revolucionário consegue, ao derrubar o status quo, transformar-se numa nova organização governamental, sem cometer os mesmos erros do regime deposto? Existe mais de uma forma de liberdade? Qual o limite da minha liberdade, considerando que o outro também tem a sua liberdade individual? E ainda, onde se encontram e onde se distanciam a liberdade individual e a liberdade coletiva?
O título dado ao filme no Brasil, “Ventos da Liberdade”, dá a ideia de vários pontos de vistas sobre essa liberdade que todos defendem e muitos lutam para obtê-la, mas cada um a sua maneira. Já o título original (“The Wind that Shakes the Barley”) refere-se a uma música de Robert Dwyer Joyce.
Não é possível assisti-lo sem se lembrar da ocupação anglo-americana no Iraque há quase seis anos. Onde as palavras democracia e liberdade sobressaltam no discurso dos ocupadores. Mas o que se lê nas entrelinhas desse discurso são motivos econômicos (o petróleo ainda é uma fonte essencial para mover o capitalismo contemporâneo) e políticos (repressão a grupos islâmicos fundamentalistas, considerados – por eles - inimigos do Ocidente), além do Oriente Médio ser uma área estratégica (centro do mapa-múndi, tão próximo da União Européia como da China). Portanto, levanto, ainda, outras questões. A democracia e a liberdade devem ser impostas por forças exteriores ou alcançadas por seus próprios futuros beneficiados? A democracia é melhor expressão da liberdade? E se há uma receita para conquistá-las?
Esse é mais um filme de Ken Loach que deve ser assistido e discutido...
30 de janeiro de 2009
Fidelidade Partidária
Com a eleição em 2008 para vice-prefeito de São Bernardo do Campo (SP), Frank Aguiar deixou a vaga de deputado federal para seu 1º suplente, Benedito Alves Ferreira, conhecido como Roberto de Jesus (PTB-SP), que já tomou posse.
Fleury alega que Roberto de Jesus desfiliou-se do PTB e filiou-se ao PRB para disputa de uma vaga de vereador em Campinas (SP) na última eleição. Com sua derrota em Campinas e a vitória de Frank Aguiar em São Bernardo, Roberto de Jesus retornou ao partido e assumiu a vaga em questão. Com base na resolução do TSE (27/03/2007) de que a vaga pertence ao partido e não ao candidato, Fleury tentou, mas não conseguiu a vaga. Primeiramente, recebeu o não de Carlos Ayres Britto (TSE) e agora recebe o não de Gilmar Mendes (STF).
Defendo a fidelidade partidária, mesmo sabendo que a maioria do eleitores votem no candidato. Pois é o partido que, por vezes, elege o candidato com seus votos de legenda e os votos de outros candidatos do partido e sem esses votos jamais conseguiria um cargo público eletivo. Entretanto, não concordo com o troca-troca de partido que alguns políticos fazem como e quando querem. Lembrando que desde 25 de Outubro de 2007 o político pode perder o seu mandado por infidelidade partidária, segundo resolução do TSE.
A promiscuidade partidária deve ser banida para que a democracia seja mais límpida!
27 de janeiro de 2009
Henri Cartier-Bresson
França, Paris. Atrás da Estação Saint-Lazare. 1932.
França, Hyères. Departamento Vaz. 1932.Para ver mais fotos do artista, clique aqui.
